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domingo, 2 de janeiro de 2011

A dieta Portuguesa

O excesso de peso pode causar problemas cardíacos e de flexibilidade, alem de diminuir a longevidade e a resistência do organismo. E quanto mais se come parece que mais fome se tem. E, todavia, a SOLUÇÃO PARA PERDER PESO É SIMPLES: REDUZIR A ALIMENTAÇÃO E FAZER EXERCÍCIO FÍSICO. Mas quase todos os que desejam perder peso não têm a disciplina necessária para tal e pretendem encontrar UMA PÍLULA MILAGROSA ou uma dieta de batidos, sopas ou iogurtes que lhes permitam emagrecer sem grande esforço. Porque é extraordinariamente difícil ter autocontrolo suficiente para conter o aumento do peso e/ou baixá-lo para níveis razoáveis.

E quando se atingem casos de obesidade extrema, a cinta gástrica ou a lipoaspiração são incontornáveis para salvar o sistema, mas com todos os efeitos secundários por se tratar de cirurgias evasivas.

O paralelismo com a situação de excesso de peso do sector Estado e a sua incapacidade de se auto reformar é bastante evidente.

Se imaginarmos o nosso Estado a ingressar numa dieta, muito provavelmente teremos de ir à cirurgia plástica (FMI) da qual andamos a fugir o mais que podemos o que, tirando a dureza de uma operação invasiva e a humilhação de demonstrarmos não sermos capazes de nos governar, é a forma mais rápida, segura e eficaz de nos tornarmos mais ágeis e por conseguinte ficarmos em forma.

POUCAS PESSOAS SENTEM QUE É POR VIA DELAS E DO SEU DINHEIRO QUE O ESTADO EXISTE, NÃO PERCEBEM QUE O ESTADO, DE FACTO, SÃO ELAS. E que o Estado é uma forma de organização da vontade colectiva que é financiada por todos nós. Mesmo assim assistimos como a nossa sociedade nos últimos séculos tem vindo a desvalorizar a importância do trabalho como parte integrante da nossa vida e como fonte de aplicação voluntária e permanente das nossas capacidades. A CULTURA DOMINANTE NESTE PAÍS PERMITE UMA CONVIVÊNCIA SEM ESFORÇO E COM FACILIDADE, os portugueses convivem bem com a protecção de terceiros, com a preguiça, toleram pacientemente aqueles que não colaboram para o bem comum.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Panspermia

Let’s start over again
Why can’t we start it over again?

Just let us start it over again

And we’ll be good
This time we’ll get it…
Get it right

It’s our last chance to forgive ourselves



É impossível saber ao certo o que pensava Matthew Bellamy quando escreveu isto.



Quando a li, pensei que fosse mais uma lamúria de casal. Mas como não a consegui encaixar muito bem na última frase, voltei a ouvir novamente.
O segredo está no seu título: Exogenesis.

O que é Exogenesis? A resposta a essa questão está no título.

Mas no título do post… lol

domingo, 25 de abril de 2010

798 Palavras






“ora nem mais … ai ai!” – tanto disparate que ela disse lol.

“Rita*” em anónimo! humm... não compactua com tanto disparate? - Mas isso é outro assunto.

Ana Marta, como conseguiu colocar tantos absurdos em 798 palavras? N'est pas possible.

Logo te explico como contei as palavras. lol


No universo que tu ocupas és considerada um ser vivo. Todos os seres vivos, incluindo-te a ti como da raça humana. Também Tu, exibes todos os seguintes fenómenos pelo menos uma vez durante a tua existência: (Crescimento; Metabolismo; Movimento; Reprodução, a capacidade de gerar entidades semelhantes a si própria; Resposta a estímulos
). Ou seja: fazes parte do Reino Animal; és um Ser Humano e do sexo feminino.

Aos olhos da biologia:

A reprodução envolve geralmente a união de dois seres de sexos diferentes, o macho e a fêmea. Que em biologia diz-se: os machos são definidos como os indivíduos de uma espécie que produzem o gâmeta (célula reprodutiva) menor e geralmente móvel - o espermatozóide, nos animais ou o anterozóide nas plantas. Já as fêmeas são definidas como os indivíduos duma espécie, tanto animais, como vegetais, que produzem o gâmeta maior e geralmente imóvel - o óvulo. Estes organismos, ditos diplóides, apresentam dois alelos (variedade de genes) para cada traço genético
. Os seus descendentes herdarão um alelo, para cada traço que irão exibir, de cada um dos seus progenitores.

Ora, partimos do princípio que isto é verdade. E que a biologia não é só uma teoria da conspiração que inventaram por aí. Talvez possa haver um “traço genético” que persistes em exibir e quiçá, não é uma mais-valia para o rapaz! Estava a brincar… ou não! Nunca se vai saber.

Obedecendo ao primeiro fenómeno (Crescimento) é evoluir. O crescimento da célula e se formos a ver éramos bem pequeninos e olhem-me agora o nosso tamanho. Então, nós queremos evoluir. O (Metabolismo), comemos muita porcaria mas, tem que ser, assim como beber e dormir. (Movimento) quer movimento próprio ou movimento interno. E se recordas na lição de biologia lá atrás o nosso gâmeta é móvel e o vosso imóvel. Só por aí vê bem o quanto imóveis vocês são. Uns autênticos cus no sofá. Nós fomos feitos para andar por aí “on the loose”. Quarto fenómeno e mais problemático, a (Reprodução). É aqui que reside a religiosa metáfora em redor do que leva a escrever coisas como a “
incompreensão mútua”. Quinto e ultimo fenómeno que nós seres vivos exibimos durante a nossa existência (Resposta a estímulos), capacidade de avaliar as propriedades do ambiente que nos rodeia e de agir em resposta a determinadas condições.

Na analise ao que li nas 798 palavras, em que o número em questão é bastante sinistro. É muito extenso e vai em declínio 7 9 8. Parecendo que não, a ordem destes números em WallStreet significariam um défice. Claro que isto não tem nada de relevante com o que o post retrata mas, por vezes, há quem o analise assim: não pelo conteúdo, mas por outro motivo qualquer. Acredito que esse tenha sido o caso da “Rita*” que permanece no anonimato.

Rita defende-te…

Falando agora a sério e identificando o problema do post em questão: “Mas afinal o problema é nosso ou deles?!” é minha intenção como autor deste artigo, embora condicionado pela ausência de alguns dados técnicos, responder, também com base na minha experiência pessoal, a estas questões, sendo certo que traduzem apenas a minha opinião pessoal e não de outra, ou qualquer instituição.


“Quase ninguém consegue ficar sozinho muito tempo” mas há quem consiga. Não é impossível. Então o que difere os que conseguem dos que não conseguem? Será o passado? Cresceram numa sucessão de más escolhas e estão arrependidos; ou acertaram e deram tudo a perder? Se funciona a dois, será que a culpa é só de um dos lados?

Falando de código de conduta. Por onde se escolhe. Quais são as referências? O que é que se procura? Olhando no ponto de vista biológico, esta procura provém da evolução como espécie, o seu objectivo primordial será a reprodução e continuidade da sobrevivência da espécie humana.

Os seres humanos, são animais sociais inteligentes, cujo comportamento cooperativo prova ser em grande parte mais bem sucedido do que aquele de indivíduo solitários. O uso do sexo evoluiu além da reprodução, aparentemente para servir a funções sociais adicionais. O sexo reforça ligações sociais íntimas entre os indivíduos para dar ordem a estruturas sociais maiores. A cooperação resultante incentiva as tarefas colectivas que promovem a sobrevivência de cada membro do grupo.

Isto explica como é complicado estar sozinho. Mas a partir do momento em que começam as ligações sociais intimas, - if you know what i meen. Começamos a nos distanciar do grupo? O que é que andamos a fazer? HummWho’s behind that? Então mas, voltamos à solitária? Como é? - Ahh… mas agora é a dois, então é menos solitário. O quê??? Isso é o quê? Medo que volte só metade? Há consciência dessa possibilidade então. E como se costuma dizer: - fazem um grande filme. Ou seja calculam o imaginário, não nos tomam por parvos, só porque: se as enganamos até aqui, somos capazes de bem pior. Se ele demora a mandar a sms… Imaginem só no filme de Steven Spielberg em que ele está metido. Deve ter efeitos especiais e tudo mas no fim, é inexequível. A sua lógica é tão bera, que a probabilidade daquilo acontecer faz lembrar o filme “O Cubo”. Pelos vistos muito apreciado.

Esta luta em busca de evoluir, ou motivo por assim dizer, que leva à alteração do nosso comportamento será o nosso código de conduta. Então este aqui “aquele que nos põe com os joelhos a tremer e nos faz recordar do que é realmente bom.”ohh it’s good allright“. É por aqui que se escolhe meninas? É um verbo destes – Tremer? Sinonimo de oscilar; vacilar; bailar. Pois fiquem sabendo que somos fiéis à biologia. There are needs that have to be fulfilled”.

O que vem a ser isto!!! lol

“Mas vai que ele, espertinho, sabe tanto, oh se sabe. Promete mundos e fundos, embala-nos de tal modo que entramos em transe e é a desgraça.” Minha amiga, se o rapaz te dissesse a verdade crua, tu nunca mais o querias pôr a vista em cima. Suplicas pela mentira e
ele até te diria a verdade, mas tu não queres ouvir (isto dito assim até soa bem lol) e vê-se obrigado a iludir-te. Então como é possível, um relacionamento cujo começo é baseado em mentiras, não acabar por ser uma grande mentira!

“Partem para outra porque lhes dá na cabeça, porque gostam de variar, porque são inconstantes ou tem algum trauma ou problema mal resolvido.” Ou querias tu dizer; Partem porque sentem necessidade de evoluir. Criam-se raízes. Bolor também. É preciso arejar sabem como é. “Avançamos a medo, sempre com um pé atrás, na dúvida e incerteza.” Isto parece o P.E.C. (Plano de Estabilidade e Crescimento) que se é para ficar estável certamente não é para crescer… lol. Investir no medo… - humm não me inspira muita confiança. Ninguém compra um carro que dê medo na estrada. Só se não tiver escolha. Mas, assim que poder arranjar um melhor. Que fale menos… ou que emita menos cO2, amigo do ambiente, que se dê com a malta… lol, foi só uma piada.

“…passam a ser as chatas, choramingas, obcecadas e ciumentas.” Quarto palavras: COM PLI CA DAS. São as razões que a razão desconhece. É que nós nem queremos saber se o decote é grande ou pequeno e se o rabo é assanhado ou não… queremos saber é se vocês os sabem usar. É como ter um Ferrari que depois não anda nada. A longo prazo, manter um bicho daqueles. Só em combustível e pneus; Unhas de gel, penteados, batons, pinturas, montes e montes de roupa aos montes. Um autêntico ateliê de trapos – freak show.

Vocês não percebem mesmo nada disto.

Acreditem quando vos digo: Essas unhas assustam. Um gajo pensa duas vezes antes de combinar qualquer coisa. Parecem umas armas artesanais com que vocês por aí andam. Esses penteados! Isso só estorva. Mete-se na frente e por fezes com as camadas de espuma que têm. Um gajo quase fica pedrado. Oh, e os batons. Não fica mal mas, já reparei que usam um por cima do outro. Onde deviam pôr não põem. Oi, e as pinturas. Uns autênticos reboques que, se vão ao tapete, sujam-nos a tela toda e o tapete não fica melhor. A roupa! Para que querem vocês tanta roupa? Nós preferíamos que não tivessem nenhuma!!! Hello

Depois não querem que vos chamem de complicadas.

Oi, querem um conselho? Não acreditem em nada do que está aqui.
Mas ao menos este texto com 1458 palavras tem ordem crescente.

sábado, 10 de abril de 2010

Provas de Amor













Adoro looool…


Que argumento forte este o do “AMO-TE MUITO” que, de tão forte que é “desculpa tudo o que te fiz” WoooW…

Se há coisa que não se consegue provar é mesmo se há amor ou não. Aliás, como não existe há mesmo quem o consiga provar.

De um modo geral, não passa da criação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objecto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e enviar os estímulos sensoriais e psicológicos essenciais para a sua manutenção e motivação. Fala-se do amor das mais diversas formas: amor físico, amor platónico, amor materno, amor a Deus, amor à vida. É o tipo de amor que tem ligação com o carácter da própria pessoa e a motiva a amar (no sentido de querer bem e agir em prol).

Por isso “Nelson”, pensa duas vezes ou melhor, não penses lol.

Eu descobri Amor… ohhhh YES, ele existe… quando dei por mim estava lá, só que já de saída lol…



Amor é uma Localidade…

domingo, 28 de março de 2010

Sessão Fotográfica

É deveras uma arte… já participei em algumas. Tenho a minha ideia de o que é estar na direcção daquela óptica de alta definição e por detrás de uma. Acredite-se ou não, são duas situações que exigem uma grande sabedoria.

Este post surgiu devido a uma mera conversa no sábado à noite. Como é um tema muito actual ao qual os jovens procuram ingressar. Todos em busca de qualquer coisa. Por vezes gosta-se da noção de se ser “modelo”. É um mundo ingrato, como tudo, vale a pena lutar quando se acredita nele.

sábado, 20 de março de 2010

Mundo que me rodeias… que se passa contigo?



Estou assustado com o que os meus olhos têm visto ultimamente. Nunca vi com tanta clareza a ruptura que nos une. O que é que procuram vocês para alem do vosso próprio mundo? Que tristezas são essas? Abram a pestana, olhem à vossa volta. PORQUE EXISTEM MUITOS QUE DARIAM TUDO… MAS TUDO, PARA FICAR NO VOSSO LUGAR.

Nunca senti um aperto tão grande com o que os meus olhos viram. Parei por completo uns minutos para tentar perceber o que estava perante os meus olhos. Não quis acreditar e pensei que estava a sonhar. Por vezes dou comigo a reviver aquele momento. As lágrimas que me correram não explicam nem um dedinho do que estava ali.

“Que vontade de viver” - pensei eu; quando razões para tal não havia.
Ilha da Madeira, 2010

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Someware over the rainbow…


. . . way up high,
interpretada por Israel Kamakawiwo'ole, um descendente de uma linhagem pura de nativos havaianos. Ouvi-a ainda a pouco nos créditos do filme Joe Black que estava a dar no canal Hollywood. Num ápice fui à Net e neste momento estou a saborear uma injecção de 5 horas. É praticamente narcótica esta música.
Mas, não foi por isto que vim escrever este post. A verdade é que estou aqui na companhia de um amigo e fui confrontado com uma situação melindrosa.
Afinal de contas estamos no final de mais um louco verão, avizinha-se um longo inverno e as contas à lenha, mantas e agasalhos começam a se notar.
Pelo meio recordam-se noites de loucura em que se dormia todo nu, sem lençóis, janela aberta e desfrutando da companhia feminil. Relembra-se aquela curte que marcou mais. Corre-se os contactos dos telemóveis em busca daquele número cujo nome começa por uma letra que já nem nos lembramos. Dai dar jeito colocar notas tipo: curte de dia 8; jantarada do dia 9; - coisas assim. Mas ao ligar, vai-se dizer o quê? “- Olá tudo bem!” lol
A verdade é que não se sabe o que dizer. Os sentimentos trocam-nos, opta-se por mandar uma SMS e fica-se à espera. Tudo isto dá com qualquer um em doido.
E este é mais ou menos o dilema.
Meio parvos; eu a escrever isto no portátil, ele a falar e a olhar para o que escrevo.

- Ficou porreiro?
- Epah… mas acho que está pouco.
- Então eu continuo a escrever.

Depois de uma longa pausa, em que ficamos embasbacados a olhar para a televisão. Canal Hollywood, muito à frente. Enfim.
A vida tem com cada coisa, - já viram? É uma constante a luta em busca da pessoa certa, que no meio de tantas erradas nos fazem desacreditar na existência de pelo menos uma certa. Mas isto deve ter a sua lógica. Como seres afectivos que somos, todos gostamos de dar e receber. Se possível dar sempre mais que receber. Seria um autêntico conto de fadas com um final feliz. Mas, há algures quem não ache o mesmo. Talvez por motivos de equilíbrio. Nem tanto ao mar nem tanto à terra; - à beira mar! Então mentimos, enganamos e brincamos com sentimentos alheios proporcionando-lhes na maioria das vezes sofrimento. E fazemo-lo porque é fácil. Complicado será fazer bem. Mesmo por vezes aqueles; os melhores amigos, camaradas, sangue do nosso sangue. Até esses na melhor das suas intenções nos magoam. Por vezes o dar a comida é insignificante, quando ensinar a cultivar que é realmente proporcionar alimento de um modo sustentável, não. Fazer caridade fica-nos bem? Sim! Ajudar mesmo? Não!
Parece mais uma brincadeira de mau gosto, acompanhada de um final ainda pior.
Por vezes dou comigo perdido em pensamentos, frases e imagens que surgem quando fecho os olhos. Aquele sorriso simples e tímido seguido de um olhar gracioso. Só a paz que sinto quando estou ao seu lado. Não nego, por vezes sonho acordado e se sabe bem. Só um bocadinho que seja sinto logo um arrepio e um aperto no coração. Depois esta música não ajuda muito. Ainda a ouço.
Já ouvi muita coisa. Esta certamente não é como as outras. Modernices cá para mim.
Acreditem ou não… Há algo de mágico nesta música.
Já a cantei, imprimi a letra e depois de já a ter ouvido uma centena de vezes, ela continua a tocar. Sempre com a mesma energia e ritmo. Quem me dera que muita coisa na vida se mantivesse assim. Ou talvez não.
Mas, há também uma coisa que me deixa inquieto. Aliás, até há duas coisas que me deixam inquieto. O facto do meu pai me querer passar a pasta definitivamente. Engraçado que me preparo para isto já há algum tempo e agora chegada a hora fiquei com receio. Habituado a o ter sempre por perto, confrontando ideias e conhecer a experiencia que a idade lhe acarretou. Ficar agora desmembrado dá que pensar. Por um lado até é bom estar assim, é sinal de que pondero bastante as situações.
Por fim, a segunda inquietude que me persegue é uma paixão. Paixão essa que não procurei e ela alojou-se em mim indevidamente. Sem pedir permissão, mas eu também deixei. E deixei consciente de que me estava a apaixonar. - Possas pahh… Mais uma vez a sentir o coração apertado, levar horas a sonhar, ouvir musica, fechar os olhos e perder completamente a noção do tempo que custa a passar. Tentar manipular os sonhos em busca de viver essa paixão sem comprometer a nossa amizade. Sim em sonhos.
É bonito este sentimento. Tento contentar-me por saber que o sinto. Forte e impaciente por tomar conta de mim mas, eu controlo-o. É mais fácil do que pensava. Depois desta minha impaciência já ter sido chamada à razão por várias vezes, hoje sei o que sinto e até sei explicar porquê. Outrora não o saberia. E pode parecer que tudo isto já perdeu a piada, mas não. Seria uma intrujice se o afirmasse. Este sentimento é como um balão que enche, enche e nunca rebenta.

Isto foi só um desabafo entre dois amigos… uma mistura de duas histórias um quanto parecidas.

Obrigado Jorge